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Páteo - Painéis Feira Preta: Por uma educação infantil mais inclusiva


31/10/2017

Em “Páteo - Painéis Feira Preta: Por uma educação infantil mais inclusiva”, propomos uma reflexão acerca dos avanços no campo da inclusão da diversidade racial nas escolas.Participarão Cida Bento; gestora da ONG CEERT que atua no campo da diversidade em recursos humanos há quase 30 anos; Luciana Bento, professora, cientista social, mediadora de leitura, militante, blogueira e socióloga eJaciana Melquiades, educadora formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e empresária. Mediação de Clélia Virginia Rosa,pedagoga e Mestre em Educação pela UNICAMP.

Universidade Cruzeiro do Sul
Av. Dr. Ussiel Cirilo, 93 (São Miguel Paulista)
10/11, das 9h30 às 11h30.

 

Cida Bento

Gestora da ONG CEERT que atua no campo da diversidade em recursos humanos há quase 30 anos, tendo escrito livros sobre o tema já na década de 90. Desde então, desenvolve trabalhos em empresas no Brasil. Foi considerada pela revista “The Economist” uma das 50 profissionais mais influentes do mundo no campo da diversidade.

Cida é uma das idealizadoras do Prêmio ‘Educar para a Igualdade Racial e de Gênero: experiências de promoção da igualdade étnico-racial em ambiente escolar’. Em suas edições, mantêm os objetivos iniciais de identificar, difundir, reconhecer e apoiar boas práticas pedagógicas e de gestão escolar que promovam, reconheçam e valorizem a diversidade étnico-racial nas escolas. Além disso, traz duas inovações: a incorporação da abordagem de gênero interseccionada a raça e etnia e da educação escolar quilombola.

 

Luciana Bento

Mulher, negra, mãe, esposa, cidadã, professora, pedestre, motorista, filha, cientista social, mediadora de leitura, estudante, livreira, neta, ouvinte, madrinha, consumidora, vizinha, telespectadora, leitora, amiga, consultora, militante,  blogueira. Luciana é socióloga e educadora e editora na empresa “Ciclo Contínuo Editoral”. Idealizadora da “Iná Livros”, uma livraria especializada em diversidade e protagonismo negro e criadora do projeto “100 meninas negras”, uma lista temática com livros infantis que apresentam meninas negras em posição de destaque. Realiza formações em escolas sobre literatura, diversidade e formação de leitores. 

Jaciana Melquiades

Mulher Cis negra; Educadora, formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Casada; Mãe do Matias e empresária. Atuou profissionalmente como Coordenadora de Educação no Núcleo Estadual de Saúde do Adolescente na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (NESA-UERJ). A maternidade e o trabalho com Educação Afirmativa Afrocentrada em territórios de favela, em que a população negra é majoritária, e dentro do Coletivo Meninas Black Power, do qual faz parte desde 2013, estimularam o desenvolvimento da Empresa “Era uma vez o Mundo”, onde é Sócia-fundadora e CEO.  A empresa desenvolve representatividade através do afeto.  O objetivo é criar elementos positivos dentro do universo infantil, para que crianças negras se vejam protagonistas do Mundo em que vivem e possam contar as suas narrativas dentro de um contexto em que o respeito seja orientado pela diversidade.

Clélia Virginia Rosa (mediadora)

Pedagoga e Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Seu campo profissional envolve a docência nos cursos de graduação em Pedagogia e em cursos de formação continuada para gestores/as e professores/as. O principal eixo do seu trabalho e pesquisas engloba a Infância nos seguintes temas: educação infantil, culturas infantis, formação de professores e metodologias de promoção da igualdade racial.

Professora no curso de Especialização em Educação Infantil na Universidade Metodista de São Paulo no ano de 2014; consultora do CEERT na Avaliação das Práticas Pedagógicas do 7º Prêmio Educar para Igualdade Racial e de Gênero edição 2015; formadora de Culturas infantis e as relações étnico-raciais aos/as professores/as e gestores/as das Unidades Educacionais da Diretoria Regional de Educação-Campo Limpo/SP, desde 2015 e pedagoga responsável pelo Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial da cidade de São Paulo em 2016.