Para além do contexto eleitoral extremo pelo qual o Brasil passa – e que será decisivo para o futuro do país -, uma dúvida vem à tona: como reencantar as políticas e sonhar futuros?
Essa é a premissa do artigo de autoria de Maria Alice Setubal, presidente do Conselho Curador da Fundação e do Conselho da Fundação Padre Anchieta (FPA), para a Folha de S.Paulo.
O texto apresenta como uma das reflexões fundamentais a urgência de voltarmos a cultivar interações sociais e diálogos. Essa mesma lógica vale, então, para os aprendizados resultantes desse processo de construção coletiva.
Nesse sentido, o artigo traz à tona a importância de reencantar a política e a vida em âmbito coletivo. Além disso, o texto retrata também a centralidade de valores como cidadania cívica, sociedade, diversidade e justiça social.
“É no espaço público que conhecemos, para além de nossos referenciais familiares, as diversidades constitutivas de grupos minorizados e podemos estabelecer interações em diferentes níveis”
Reencantar a política no dia a dia
O artigo Como reencantar as políticas e sonhar futuros mostra como o engajamento político vai além das esferas institucionais. Assim sendo, esse processo, que passa também pela construção e fortalecimento de um mundo comum, abrange a centralidade do espaço público. A saber, trata-se de contextos referentes ao convívio na escola, em comunidade, entre amigos e no trabalho.
Nesse contexto, o artigo passa também pelo trabalho que a Fundação Tide Setubal desenvolve a partir do território periférico. Desse modo, por meio do trabalho da área de Prática de Desenvolvimento Local da Fundação e do Galpão ZL, o território é organizador de políticas públicas intersetoriais.
“Atuamos concretamente nessa pauta, construindo confiança e pensando políticas públicas com pertencimento cívico e como experiência vivida no âmbito individual e coletivo.”
Para baixar e ler
Por fim, baixe a seguir o artigo Como reencantar as políticas e sonhar futuros, de Maria Alice Setubal.
Foto: Marcos Roberto Morais

