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Home > Comunicação > Notícias

Luiza Trajano: “Sempre acreditei que a sociedade civil era capaz de mudar o país”

Com a estreia da segunda temporada do podcast 'Escute as Mais Velhas', em 7 de abril, relembramos o episódio da primeira fase no qual a empresária Luiza Trajano relatou a sua experiência como pioneira na implementação de políticas de ação afirmativa no setor privado brasileiro

4 de abril de 2026
Imagem de Luiza Trajano. Ela é uma mulher branca, que tem cabelos castanhos e usa par de brincos em formato oval. A foto tem filtro na cor roxa e os logos da Rádio Novelo e da Fundação Tide Setubal. Imagem de Luiza Trajano. Ela é uma mulher branca, que tem cabelos castanhos e usa par de brincos em formato oval. A foto tem filtro na cor roxa e os logos da Rádio Novelo e da Fundação Tide Setubal.

“Eu sempre fui política. Sempre acreditei que políticas públicas e a sociedade civil são capazes de mudar um país.”

Esta fala da empresária Luiza Trajano, presidente do conselho de administração da rede varejista Magazine Luiza, feita durante a sua participação no podcast Escute as Mais Velhas, ajuda a ilustrar o modo como ela vê a relação entre empreendedorismo, atividade comercial, sociedade e governo.

Com apresentação de Maria Alice Setubal, presidente do Conselho Curador da Fundação Tide Setubal, e Sueli Carneiro, filósofa e ativista, coordenadora executiva do Geledés – Instituto da Mulher Negra, o programa celebra a trajetória de mulheres extraordinárias.

Uma dessas lideranças é Luiza Trajano (spoiler: a rede varejista não tem o nome em questão por causa dela). A empresária é conhecida por, entre outras coisas, ter postura veemente quando se fala na pauta da equidade de gênero no mercado de trabalho. Nesse sentido, o seu pioneirismo no tema reflete-se na instituição de iniciativas com esse teor.

Um exemplo nesse contexto foi a postura que adotou quando percebeu que o número de mulheres participantes de treinamentos para alcançarem postos de liderança era substancialmente inferior em comparação com os homens.

“Comecei, então, a perguntar por que isso estava acontecendo e o que poderia ser feito. Aí, luto para cada quarteirão do país ter uma escola pública em regime integral. Enquanto luto para isso – o que considero certo -, temos um Cheque-Mãe, que damos há mais de 20 anos”, explica.

Nesse sentido, a empresária detalhou o impacto do benefício, destinado para funcionárias que tenham filhos de até 11 anos de idade, para que elas pudessem ter mais autonomia para criá-las e desenvolver as suas respectivas trajetórias. “Esse foi o primeiro grande salto nosso, mais simples, sem falar em liderança, para que as mulheres pudessem trabalhar.”

Sobre mercado e cuidado

Outro momento da entrevista de Luiza Trajano no podcast Escute as Mais Velhas passou pelo relato sobre o modo como a rede varejista atuou durante a pandemia de Covid-19. Essa atuação abrangeu, no primeiro momento, a criação de uma plataforma para auxiliar micro e pequenos varejistas, assim como profissionais autônomos, a manter seus respectivos estabelecimentos – “apareceram mais de 6 mil pessoas para fazer isso”, comentou.

Outro tópico destacado por Trajano passou pela mobilização com esferas públicas que culminou na criação do movimento Unidos pela Vacina. A iniciativa, cujo ponto de partida foi a garantia da segurança e do bem-estar da equipe do Magazine Luiza, consistiu em assegurar acesso a insumos e infraestrutura para imunizar a população – a compra de vacinas não era uma opção por tratar-se de uma atribuição do poder público.

Nesse sentido, segundo a empresária, o primeiro passo foi o desenvolvimento de questionário para mapear o status da infraestrutura para prosseguir com as operações. “Em 30 dias, nós tínhamos 99,99% de respostas e apenas uma cidade não havia devolvido.”

Essa mobilização permitiu, então, identificar as escalas de atuação e influência provenientes para intervenção e articulação com as esferas governamentais em âmbitos municipal, estadual e federal.

A partir das respostas obtidas, pôde-se identificar os tipos de locais necessários para se prosseguir com a vacinação. A saber, segundo a empresária, um consistia em “um reformando o próprio local, que era o SUS [Sistema Único de Saúde]. Outro era somente organizando o SUS, enquanto o terceiro era mudando [o espaço]. Descobri também que havia, em cada cidade pequena, um centro esportivo parado.”

Essas foram, então, algumas das bases a atuação com o poder público. “Olha, você quer ajudar o Estado? Assim, nós conseguimos [mobilizar] R$ 60 milhões e foi muito bonito que a sociedade se envolveu.”

Para dar play e maratonar

Ouça a íntegra do episódio com Luiza Trajano no feed do podcast Escute as Mais Velhas. Por fim, maratone também os outros episódios que compõem a primeira temporada e confira a segunda temporada do programa.

Texto: Amauri Eugênio Jr.

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  • Luiza Trajano
  • Neca Setubal
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