Fundação Tide Setubal
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Estudantes da Unicsul participam da Feira do Livro

@Comunicacao

23 de novembro de 2009
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Por Felipe Godoy

 

 

Discutir a disseminação da informação como forma de organização da comunidade local e contribuir para reflexão das práticas comunicativas, visando a construção de uma sociedade sustentável. Esses foram os objetivos do debate Comunicação e intervenções comunitárias, que aconteceu na noite da quinta-feira, 5 de novembro, durante a 4ª edição da Feira do Livro do CDC Tide Setubal.

 

A acalorada discussão, mediada pela Prof. Ms. Regina Tavares da Universidade Cruzeiro do Sul, começou com a apresentação e a colocação do ponto de vista de cada participante. Paulo Santiago, presidente da Associação Novo Olhar, ressaltou que não se pode fazer jornalismo comunitário sem conhecer o bairro e afirmou que a comunicação é uma importante contribuição para formação e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Já o coordenador de comunicação do Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, Vitor de Castro, contou algumas de suas experiências e salientou a importância do morador da favela não se limitar ao espaço em que vive. Renato Rovai, editor da revista Fórum, falou sobre a mudança do conceito de comunidade, que não se restringe mais apenas ao lugar onde vivemos, e comentou sobre a revolução e o avanço da informação na sociedade. Após os posicionamentos, os membros do Núcleo de Comunicação São Miguel no Ar, Diogo Ferreira e Jéssica Araújo, fizeram brilhantemente leitura crítica das apresentações. Entre os que prestigiaram a discussão, estavam a membros da comunidade, jovens integrantes do Núcleo de Comunicação Comunitária São Miguel no Ar e estudantes de jornalismo do 3º ano da Universidade Cruzeiro do Sul.

 

Segundo Maria Alice Setubal, diretora-presidente da Fundação Tide Setubal, o objetivo dessa e das demais conversas que aconteceram na 4ª Feira do Livro é “ampliar o universo cultural da comunidade e mostrar como a leitura é séria, mas prazerosa.”

 

Além das conversas com escritores, o evento contou com trocas e venda de livros, contação de histórias, sarau e exibição de filmes e documentários.


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